Quarta-feira, Outubro 07, 2009


I Lual Secreto Syreynar


Sexta-feira, dia 09 de Outubro de 2009, a partir das 20 horas e 16 minutos, sem hora pra acabar.

O lual consiste basicamente em uma reunião de amigos onde diferentes galeras irão se conhecer e interagir da forma que for mais interessante... Então traga seus amigos...

Fogueira, violões, música, conversa, e se for o caso, beijo na boca, pra começar.

Vamos seguir o modelo americano, pra quem não conhece, você traz o que irá beber ou comer.

O local foi cuidadosamente escolhido, logo, não é necessário se preocupar com segurança, iluminação, discrição, se o lugar é propício ou de como vai estar a maré. Até porque nós já nos preocupamos com isso.

Como nos encontrar??? Será uns 100 metros a frente do Coqueiros Bar na praia do Bessa, logo após o primeiro Golfinhos Bar, segue o mapa (Ponto A: Posto Texaco; Ponto B: Lual)






qualquer dúvida não hesite em nos ligar:

Segundo - 8840 7910
Júnior (Boquinha) - 9916 2517

Domingo, Novembro 02, 2008

Um intervalo de tempo

do sétimo mês

do oitavo ano

do segundo milênio

Semana começa boa após um bom trágico final de semana, apesar de ser um longo, cansativo, problemático dia, risos e mais sorrisos estampavam as faces daqueles que queria estar junto por toda a minha vida, e ao mesmo tempo com saudades por faltar apenas uma primavera para a nossa formatura, nosso grande dia, o dia em que olhamos para trás e vemos as amizades e intrigas, vemos com foi difícil chegar lá, o dia em que tomamos um dos maiores porres de nossas vidas, se não o maior para no dia seguinte todos terem que tomar seu rumo, correndo o risco de nunca mais ter que ver aquele cidadão que se conviveu por longos quatro anos.

Sim, mas o dia foi bom porque pessoas estariam de volta após uma curta longa estadia na felicidade.

Ao voltarão meu reino, tristeza, angústia, desespero de ver a pessoa que você ama se perder num mundo de trevas e loucura. Horas de conversa, lágrimas e cama box.

Após uma passagem efêmera pela cama box, ter de acordar com os olhos igual da besta fera e ainda fazer uma longa jornada as obrigações. Curiosamente me pára e me olha: - não, não vou contar. Enfim, após segundos rende-se a mim e põe pra fora planos e desejos, desejos de mulher, de menina, de criança, marida, amiga, cunhada, irmã, mãe, esposa, avó, comadre, madrinha, solteira, casada, viúva, dentre outras definições. Senti naquele momento tão especial que sou uma pessoal especial por uma pessoa tão especial ter guardado em mim um assunto excepcionalmente especial, experiência esta que sei que nunca mais terei, pelo menos com esta pessoa tão especial.

As obrigações perto de um ponto final são sempre mais difíceis de realizar, faço com força e vontade, mas com muita preguiça e raiva. Surpresas nessas obrigações me fez repensar um pouco mais no que eu queria da vida, no rumo provável que eu poderia tomar, por se tornar mais um caminho que eu posso ou não continuar.

Noite chata, muito chata, até que uma ligação muda o rumo dessa perua que eu chamo de noite, vinhos e richeaus até onde a perua disse chega, saiam daqui, e seguimos em direção ao som do violão, da maresia, da chuva, da correria. Eita carro quebrado, foi foda, mas fácil de ser resolvido, depois de uma puta vergonha. Após peruas, foda e puta, não tem mais como a noite não ser hilária.

Existe uma situação que me deixa muito irritado, todo mundo de férias e eu tendo que assistir aula, estagiar, estudar, trabalhar, além de ser dona de casa, faxineira, engomadeira, lavadeira, cozinheira,dentre todas essas outras eiras da vida. Pois é, isso acontece comigo já tem duas semanas, e há duas semanas que estou tendo que conciliar tudo isso, com trabalho, dificuldade estou conseguindo, mas tive uma hora que tive que parar, ficaram com raiva de mim, nem ligava, estava dormindo o tempo perdido. Táhhhh.

Primos distantes retornam,ótimo, milhares e mais milhares de novidades, acho ótimo, notícias de pessoas que gosto muito. Muita Nêga Fulô e fim de festa em bois de piscina.

Mas este final de semana foi o clímax do desapega as obrigações, fiz de tudo e nada fiz de futuro. Ái que ódio, odeio perder tempo.


Segundo

Segunda-feira, Outubro 27, 2008

Ato dois


Sexto dia

Do sétimo mês

Do oitavo ano

Do segundo milênio

Estavam todos festejando os primeiros raios de sol, estavam todos lá! Os passarinhos, os peixes, o mar, a cidade ainda iluminada, sem esquecer dos morcegos fugindo dos jatos de luz. Pois é, perdi tudo isso por ainda estar contando os carneirinhos.

Abro os olhos, já fim de manhã, bem pertinho do meio do dia, mas ainda com todo o corpo pedindo pelo menos mais duas luas de sono. Levanto como um sonâmbulo e vou em direção ao castigante, vil e feroz banho de água fria, uma verdadeira tortura, era bem nessas horas que eu queria estar na Europa só para ter de tomar um belo banho de perfume, frio.

Mal levanto, já começam as obrigações do dia, mas prazeroso por estar ao lado da pessoa que amo. Volto ao meu castelo, só que há algo de diferente em mim, algo novo, algo que me fazia arrepiar, que me fazia sentir bem. Ligo o aparelho que ainda persiste em tocar o som daquela pessoa que jaz em paz, mas que estava ali persistente conversando comigo até que o astro rei sucumbisse às margens do rio Sanhauá escorado as paredes do Hotel Globo, imagem essa que nem nosso inimigo alemão Alzenheimer poderia fazer qualquer que seja esquecer.

Havia um bom tempo em que a família real deliciava-se de um banquete ao som daquela mesma pessoa que vive dentro do aparelho de som. Risos, conversas, fuxicos. Pessoas que voltavam daquela felicidade que eu tanto buscara, mas sem sucesso.

Cores, tudo muito colorido me cercando como os planetas no sistema solar.

Mais fuxicos, preocupações, pensamentos positivos, e uma boa dose de conversa com a pessoa que lhe teve ao ventre por meses persistentes e mais uma boa dose da erva para dormir. Sono este que não chega! Nem mesmo sob efeito do rosário apressado nem de reza de Nossa Senhora da Conceição.

Arte, tecnologia, fumaça, limpeza, e, sono.

Segundo

Quarta-feira, Outubro 22, 2008

mudando o estilo do blog
Tempos que me aflige de pessoas distantes...
Tempos de pessoas distantes que não me aflige...


Ler escutando piece of my heart
de Janis Joplin

Assediado a gozar de toda a felicidade de um pequeno vilarejo onde o verde e a vontade de viver ainda persiste, era tudo que meu corpo e alma sempre desejaram num momento de tédio total em minha mera existência.
Ia de encontro à felicidade, sentimento este que ainda me dá forças para persistir entre o caos, tudo ia bem desde outrora, mas como tudo não são flores, não saiu como o planejado. Sentado ao léu em meio minhas obrigações, tudo o que eu mais desejava era estar com as pessoas que amava, mesmo que sem fio.
Ódio, raiva, amor, rancor, tédio, todos os sentimentos tomaram conta de mim neste momento em que eu queria sumir no tempo. Estava decidido a partir sem rumo à procura da felicidade, caminho longo, felicidade esta que poderia por meus cento e vinte e sete anos de vida em cheque. Sentia-me no meio de um desenho animado numa encruzilhada pesada entre o céu e o inferno, com anjos e demônios, todos falando ao mesmo tempo até que você perdesse sua pouca paciência que ainda me restava e nada decidisse fazer, apenas nada, o nada de nada, de nada podia me fazer melhor.
Indo distante, muitas formigas e juás no chão, e o pombo correio digital vem a mim, e, VIVA, a solidão que me esperava em alguns milhares de segundos foi a puta que pariu, ainda bem, odeio ficar sozinho. Quase sete anos de amizade estavam prestes a se encontrar após meses, novidades, oba, milhares de novas experiências seriam experimentadas! Chegou enfim a derradeira hora de encontrar olhares e risos, boas conversas, cheguei a felicidade, não a que eu esperava, mas estou aqui para contar.
Horas e mais horas, horas de conversa, vinho, violão, vozes, opa, tudo vermelho, faz parte da festa, tudo verde! tudo branco1 O caos, o mundo colorido, vinho, violão, cerveja e vodka quebrada, quarto, sono, beleza, música, vinho, violão, chorinho, MPB, vinho, violão, águas de julho, noite escura, vozes, vinho, violão, fim de noite.

Agora escutando romaria
com Elis

Noite longa apesar de muito curta, muito barulho, pessoas em volta, me levanto as pressas, sabe lá quanto tempo foi perdido, ainda bem que foi, foi por boa causa.
Obrigações, chego lá e lá fico, ótimo, nada fiz, um por cento de tudo que existe foi resolvido nesse atraso, nesse caminho à felicidade, nessa minha vereda de viajante, ano novo, vida nova, tempo das criações, adoro a natureza.
Voltando dessa longa caminhada percebo que o tempo está curto, que pouco tempo tenho, tenho tudo e nada a perder. Volto ao ponto inicial, onde tudo começou, ou não, sei lá.
Surpresa! Como chego a parte tombada desta velha nova cidade? O medo, o mundo fica bem diferente quando nos arriscamos, e ela teve medo, mas humana o suficiente para nos deixar onde queríamos ir.
Experimento novas experiências, caras novas, caras velhas, caras nem tão velhas e outras velhas até demais, novidade, vinho, violão, vozes, muitas vozes, vozes desafinadas que buscavam em suas mentes, no fundo do baú da imaginação canções que me alegravam, vozes desafinadas que faziam uma verdadeira orquestra.

Agora escutando esquilo não samba
de Móveis Coloniais de Acaju

Infelizmente o tempo da maravilhosa e transcendental orquestra chegou ao fim. Saímos em busca da batida perfeita pelas ruas onde deveriam estar presentes conosco os verdadeiros cajueiros ao som da dança das ondas que no mar brincavam.
Finalmente, um abrigo ainda desabitado que fazíamos não nos molhar com a chuva e festa lá fora, objeto perdido, depois fumaça. Nãããããão, alguém preso distante, partida! com volta. No meio dessa partida com volta experimentamos coisas novas, novas e intrigante, assustadora. Chegou! Andamos sem caminho, sem trilha, em meio ao frio, águas, céu nada estrelado, loucura, caos, desespero, e conseguimos chegar ao mesmo ponto de onde partimos. Velhas experiências agora, mas que também não deixam de serem novas, que bom! Quase fim de expediente, pessoas andando e outras distantes, paradas, decorando varandas de apartamentos com algo não tão belo, besteira, teve que limpar tudo depois.
Hora de voltar a passargada, afinal, lá sou amigo do rei, falando nele, estava quase nascendo no horizonte. Eita como é bom, assado de farinha e trigo misturado com ovas galináceas. Lavo o que restou e, sono, e que sono.

Agora escutando beautiful day
de U2

Duas e quarenta e oito depois do meio dia nasce um novo dia para mim, alguns dizem ser o fim de uma semana, outros concordam que o começo de outra, na verdade acho que a semana começa quase no fim de toda semana, enfim, corro, corro junto a pessoas que gosto preparo um belo e um bom meio de conseguir uma boa nota, desapego dele quase fim de noite, desço rua abaixo para dar um adeus breve a um amigo de quase sete anos, estréio o novo dia debaixo de uma puta chuva no meio do nada e ainda por cima num entrave fisiológico. Chego, enfim, ao meu reino, onde lá eu sou rei, mesmo que por uns quinze minutos, meu reinado mede aproximadamente três por um e meio. Ponho minha nova vida em órbita, comecei por escrever a primogênita curta longa vereda do itinerante.

acabar escutando, peraí, não sei o nome da música,
mas é algo como:
“ela quer me ver bem mal,
vá morar com o diabo que é imortal”
que Cassinha canta




Segundo.

Sexta-feira, Julho 18, 2008

André Petry
A fé dos homofóbicos
"Dizem eles que a criminalização da homofobia levará à prisão em massa de pastores e padres, e viveremos todos sob o domínio gay. A história ensina que essa lei será aprovada, e a vida seguirá seu curso regular, sem nada de extraordinário"

Em 1946, quando os negros reivindicaram a inclusão de alguns direitos na Constituição, foi um salseiro. Foram acusados de antidemocráticos e racistas por congressistas e estudantes da UNE. Em 1988, a Constituição promoveu o racismo de contravenção a crime. Ninguém chiou. Na década de 50, quando se discutia o divórcio, teve cardeal dizendo que se devia pegar em armas para combater a proposta. Em 1977, o Congresso aprovou o divórcio. Não houve tiroteio, e a igreja do cardeal nunca mais tocou no assunto. Recordar é viver.

Agora, os evangélicos estão anunciando o apocalipse caso o Senado faça o que a Câmara já fez: aprovar lei punindo a homofobia com prisão. A lei em vigor pune a discriminação por raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. A nova acrescenta a punição por discriminação contra homossexuais. Cerca de 1 000 evangélicos tentaram invadir o Senado em protesto. Dizem que a criminalização da homofobia levará à prisão em massa de pastores e padres, e viveremos todos sob o domínio gay. A história ensina que, cedo ou tarde, a lei, ou outra qualquer com objetivo similar, será aprovada, e a vida seguirá seu curso regular sem nada de extraordinário.

Os evangélicos e aliados dizem que proibir a discriminação contra gays fere a liberdade de expressão e religião. Dizem que padres e pastores, na prática de sua crença, não poderão mais criticar a homossexualidade como pecado infecto e, se o fizerem, vão parar no xadrez. É uma interpretação tão grosseira da lei que é difícil crer que seja de boa-fé.

Tal como está, a lei não proíbe a crítica. Proíbe a discriminação. Não pune a opinião. Pune a manifestação do preconceito. Uma coisa é ser contra o casamento gay, por razões de qualquer natureza. Outra coisa é humilhar os gays, apontá-los como filhos do demônio, doentes ou tarados. É tão reacionário quanto uma Ku Klux Klan alegar que a proibição da segregação racial fere sua liberdade de expressão. Querem a liberdade de usar a tecnologia Holerite de cartões perfurados pela IBM?

Alegam que a liberdade religiosa fica limitada porque combater o pecado vira crime. É um duplo equívoco. O primeiro é achar que uma doutrina de crença em forças sobrenaturais autoriza o fiel a discriminar o herege. O segundo é atribuir à lei valor moral. O direito penal não é instrumento para infundir virtudes. É um meio para garantir o convívio minimamente pacífico em sociedade. Matar é crime não porque seja imoral, mas porque a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada. Dúvidas? Recorram ao Supremo Tribunal Federal. Na democracia, é assim. Lei não é bíblia de moralidade.

O que essa proposta pretende dar aos gays, e sabe-se lá se terá alguma eficácia, é aquilo a que todo ser humano tem direito: respeito à sua integridade física e moral. Os evangélicos, pelo menos os que foram a Brasília, dão prova de desconhecer que seres humanos não diferem de coisas só porque são um fim em si mesmos. Os seres humanos diferem das coisas porque, além de tudo, têm dignidade. As coisas têm preço.

Escreva para o autor no endereço colunadopetry@ abril.com. br

Terça-feira, Julho 01, 2008






Esse FIAT é meu.

Domingo, Junho 29, 2008

Minha vida foi dividida depois desta notícia:



A mulher melância leva garrafada em favela no Rio.




Agora imagine a quantidade de lugares para acertar.
Imaginou?
Pois é, acertou a perna!



Peladão da Rosa Chá no São Paulo Fashion Week.


Tomara que a roupa vire a tendência da moda!!


...uhauah...